Libia 

O que oferecemos

Ao registar um domínio connosco, oferecemos-lhe gratuitamente

Landing webpage

Na compra do seu domínio, a Inventa oferece-lhe uma página web simples, onde pode apresentar brevemente a sua empresa e divulgar os seus contactos.

Servidores DNS de alta qualidade

Para que nada se perca e nada falhe ao nosso cliente, temos ligações à rede de alta velocidade em servidores redundantes (Europa, Estados Unidos).

Painel de controlo na sua área de cliente

Você obtém um Painel de Controlo do Domínio na nossa área de cliente, onde pode gerir/visualizar as suas contas de Email e os seus sites.

Acompanhamento personalizado

Todas as nossas contas incluem suporte humano ilimitado e um gestor de conta dedicado. Adquira já o seu domínio e comece a usufruir de todas estas vantagens ou contacte-nos para saber mais sobre os nossos serviços de domínios.

Porque motivo deverá selecionar-nos

Olhamos para os domínos com uma perspetiva diferente

Enquanto que a maioria da indústria dos domínios os vê como uma mercadoria, na Inventa estes são recursos para melhorar a sua marca. Oferecemos serviços de domínio que não só incluem alojamento, como também os recursos que irá precisar para proteger e expandir o seu negócio online.

Sem burocracias

Gerimos os seus domínios a uma escala global.

Na Inventa estamos habituados a trabalhar com extensões de domínios que têm requisitos especiais. Nós tratamos da burocracia para que você não tenha de o fazer.

A nossa equipa especializada, também está sempre pronta para o ajudar com os detalhes da configuração e teremos todo o gosto em trabalhar com o seu Departamento de IT e/ou serviços para ter a certeza que os serviços que necessita são implementados com rapidez e de acordo com as melhores práticas da indústria.

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Últimas noticias

OPINIÃO

How religion influences trademark applications in Libya

Libya lies along the southern edge of the Mediterranean in North Africa and is the fourth largest Arab nation in the world. It has a population of almost 7 million people, 97% of whom are Sunni Muslims. Sharia is the main source of law in all Islamic states. It is derived from the Qur’an and the traditions (Sunnah) of the Prophet Mohammad by religious scholars (the ulema) who have been trained in one or more schools of Islamic jurisprudence. In line with Sharia practice, each Islamic country has its own IP laws. The principles of morality, modesty and prohibition encompassed in Sharia influence the registration and enforcement of IP rights. Certain goods and services that may seem commonplace to brand owners and consumers are forbidden and therefore trademarks related to them are not registrable in Libya. Libyan trademark law prohibits the registration of certain categories of trademarks, including those seen as “violating public morals or public order” (Article 5(b)) or those that are “identical or similar to symbols constituting a pure religious nature” (Article 5(e)). In practice, this means that trademarks referencing banned substances are regularly refused (eg, pork products in Class 29 and alcoholic beverages in Classes 32 and 33). In addition, trademarks that incorporate non-Islamic religious symbols, such as the Christian cross or Christmas-related goods (eg, Christmas trees in Class 28) are also refused. If the mark lacks any requirement as provided in the law and its implementing regulations, the application may be rejected by the examiner. The applicant may appeal the rejection of its application to a commission appointed for that purpose within 30 days of the date of receiving the relevant official notification. The steps and rough timeframe for filing a trademark application are as follows: filing to examination – 10 to 12 months; examinaton to publication – 12 months); opposition period – three months from the publication date); and granting of the trademark.  Libya presents brand owners with significant opportunities and potential challenges. If the fundamentals of Libyan culture – particularly that of Sharia – are adhered to then the trademark can be accepted. However, since legal grounds for refusal are not particularly clear under the Trademarks Law (40/1956), there may be a rise in appeals from applicants who file marks for the abovementioned classes of goods, especially with regards to Articles 5(b) and (e). A specific rule must be added to confirm these goods as an absolute ground for refusal of trademark registration.   This is a co-published article, which was originally published in the World Trademark Review (WTR).

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